Cirurgia Estética

PRÓTESE DE MAMA

Tudo sobre prótese de silicone/prótese de mama/mamoplastia de aumento


Dr. André Colaneri

Especialista pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica

Telefone: (11) 5904-2576 / 5571-7965 / 5571-5307

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Qual é a melhor prótese de mama para mim?


A prótese de mama, ou mamoplastia de aumento, é hoje a segunda cirurgia plástica mais realizada no Brasil. Fica atrás apenas da lipoaspiração. Mas afinal, entre tantos tipos de próteses, qual será a melhor prótese de mama para mim?

Esta pergunta é freqüente nas consultas e até em conversas com amigas. Apesar de ser uma pergunta aparentemente simples e direta, sua resposta é bem complexa.

Vamos agora tentar compreender algumas das variáveis a serem analisadas antes da escolha da prótese ideal.

1) Primeiramente, a paciente.

Todos nós sabemos que cada uma paciente tem uma idade, peso, altura, biótipo, histórico de amamentação, volume e forma das mamas diferentes. A expectativa de cada paciente sobre o tamanho e forma das mamas depois da cirurgia também varia muito. Isso no leva a crer que um prótese boa para uma paciente, pode não ser a ideal para outra.

2) A forma da prótese.

A prótese pode variar em forma: redonda, cônica ou anatômica (“em gota”). Pode também variar na sua projeção: perfil baixo, moderado, alto, superalto. Variar quanto à sua superfície: lisa, texturizada ou poliuretano. Assim como variar no conteúdo: silicone gel ou salina (soro fisiológico).

3) O local da colocação.

A prótese da mama pode ser colocada abaixo da glândula (subglandular), abaixo do músculo (submuscular), abaixo da fáscia (película que recobre o músculo – subfascial) ou parte abaixo do músculo e parte abaixo da glândula (duplo plano).

4) A incisão para colocação da prótese, local onde ficará a cicatriz.

Axilar (na dobra da axila), submamárea (na dobra abaixo da mama), periareolar (em torno da aréola), umbilical (no umbigo).

Ufa! São realmente muitas variáveis...

Para facilitar a compreensão das diferentes aplicações, tentarei dar algumas diretrizes que se aplicam na maioria dos casos.

A prótese mais usada é a de silicone preenchida por um gel. O gel moderno é um silicone coeso, que não esparrama se a prótese romper (coisa muito rara neste tipo de prótese). A resistência da prótese de silicone é muito maior do que a salina (que tem um envoltório de silicone, mas é preenchida por soro fisiológico), que rompe e perde volume com maior facilidade, assim como pode apresentar barulho caso uma bolha de ar fique dentro dela.

A consistência à palpação também é mais natural na prótese de silicone gel. Por esta razão, quase não se usa prótese salina no Brasil. Nos EUA ainda usam porque o a prótese de silicone gel ficou proibida por um tempo (sem motivo, ser provado que o silicone não causa dano à saúde). Agora que foram liberadas, os cirurgiões americanos não tem ainda tanta familiaridade com o silicone gel. Por isso, a cicatriz umbilical não é comum no Brasil, pois para usá-la, a prótese deve ser salina, a qual é preenchida com soro fisiológico depois de colocada. Não faz sentido usar uma prótese pior somente para colocar pelo umbigo...

A prótese de superfície lisa apresenta maior grau de contratura capsular (vulgarmente conhecida pelos pacientes como “rejeição”). A prótese de mama texturizada e a prótese de poliuretano tem menor risco. Esta é a razão que a prótese lisa foi praticamente abandonada. A prótese de poliuretano é de difícil colocação, e por isso é colocada mais pela cicatriz submamárea, a qual apresenta melhor exposição e menor distancia até o local onde será inserida.

A prótese de forma redonda projeta mais o colo do que a prótese de forma anatômica. Isso por um lado deixa mais sexy, por outro lado marca mais a mama, podendo deixar um certo aspecto artificial. Isso é mais evidente em pacientes muito magras, onde a ausência da glândula mamária deixa a prótese mais próxima da pele e muito mais evidente. Por esta razão é que em pacientes com mamas muito pequenas e que preferem o formato de prótese redonda, a escolha do plano é geralmente abaixo do músculo. O músculo nestes casos oculta parcialmente o rebordo da prótese, deixando a mama arredondada e sexy, mas sem marcar em excesso sua bordas, deixando assim as mamas com um aspecto mais natural. A prótese anatômica (em gota), pode ser colocada abaixo da glândula nestes casos de pouca glândula, pois o formato anatômico a mantém com aspecto menos marcado e mais natural.

Pacientes com aréola muito pequenas não podem usar a via periareolar, pois não têm espaço para a introdução da prótese pela incisão.

Afora estas “diretrizes” gerais, existem ainda um sem numero de variáveis e combinações entre tipo de mama, forma da prótese, espaço para colocação e local da cicatriz. Sendo assim, para escolher qual seria a melhor prótese para cada caso, é fundamental a consulta com um cirurgião Especialista pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Somente avaliando todos estes fatores e ponderando as preferências de cada pacientes é que a prótese de mama ideal será escolhida com segurança.

Dr. André Colaneri



Dr. André G. de Freitas Colaneri

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